Já olhou em sua volta hoje? Você saberia dizer quem é a pessoa com quem gosta de conversar quando precisa de uma opinião? Provavelmente a resposta será um bom ouvinte. Em qualquer área da sociedade, ouvir tem se mostrado fundamental. Por isso, se você quiser crescer, seja profissional ou pessoalmente, antes de mais nada é preciso aprender a ouvir melhor.
Praticar o ouvir é estar atento aos detalhes de cada questão apresentada. Trata-se de uma atividade difícil, embora pareça simples, exigindo concentração, disponibilidade, rapidez de raciocínio e poder de síntese daquele quem ouve.
Certamente, falamos aqui de ouvir ativamente e com eficácia. Porque existem os ouvintes passivos, que olham para você como se estivessem prestando atenção, mas que estão com a cabeça em outro lugar (pseudo-audição). Quem ouve ativamente participa da conversa, indaga, estimula, pede explicações mais detalhadas, além de estar atento aos sinais não verbais. O corpo também fala. Quanto mais perceptivos nos tornamos, melhor a nossa comunicação.
Ouvir é realmente uma atividade difícil. Segundo diferentes estudos, nosso pensamento trabalha numa velocidade quatro vezes mais rápido do que as palavras transmitidas oralmente. Isso quer dizer que, a pessoa precisa de um minuto inteiro para expressar o que podemos compreender em 15 segundos. E daí, sobram 45 segundos para voar com o pensamento ocioso. Além disso, temos ouvidos interesseiros (audição seletiva). Prestamos atenção nas informações que favorecem nossos interesses e nos afastamos das mensagens que fogem dos nossos anseios. E quando ouvimos uma mensagem que contraria a nossa forma de pensar, iniciamos um processo defensivo (audição defensiva) onde passamos, mentalmente, a debater as idéias contrárias, criticando as informações já transmitidas e procurando antecipar e resistir às novas.
Para ouvir bem, é preciso certificar-se de que houve entendimento. Só depois disso que é possível interpretar e criticar com qualidade. Será que não seria o ouvir um dos itens que deveriam fazer parte das necessidades básicas de toda família?
Praticar o ouvir é estar atento aos detalhes de cada questão apresentada. Trata-se de uma atividade difícil, embora pareça simples, exigindo concentração, disponibilidade, rapidez de raciocínio e poder de síntese daquele quem ouve.
Certamente, falamos aqui de ouvir ativamente e com eficácia. Porque existem os ouvintes passivos, que olham para você como se estivessem prestando atenção, mas que estão com a cabeça em outro lugar (pseudo-audição). Quem ouve ativamente participa da conversa, indaga, estimula, pede explicações mais detalhadas, além de estar atento aos sinais não verbais. O corpo também fala. Quanto mais perceptivos nos tornamos, melhor a nossa comunicação.
Ouvir é realmente uma atividade difícil. Segundo diferentes estudos, nosso pensamento trabalha numa velocidade quatro vezes mais rápido do que as palavras transmitidas oralmente. Isso quer dizer que, a pessoa precisa de um minuto inteiro para expressar o que podemos compreender em 15 segundos. E daí, sobram 45 segundos para voar com o pensamento ocioso. Além disso, temos ouvidos interesseiros (audição seletiva). Prestamos atenção nas informações que favorecem nossos interesses e nos afastamos das mensagens que fogem dos nossos anseios. E quando ouvimos uma mensagem que contraria a nossa forma de pensar, iniciamos um processo defensivo (audição defensiva) onde passamos, mentalmente, a debater as idéias contrárias, criticando as informações já transmitidas e procurando antecipar e resistir às novas.
Para ouvir bem, é preciso certificar-se de que houve entendimento. Só depois disso que é possível interpretar e criticar com qualidade. Será que não seria o ouvir um dos itens que deveriam fazer parte das necessidades básicas de toda família?
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